Ô, Trem Bão Esse Goiás!
E hoje vou falar um pouco de algo que agrada à maioria... As delícias daqui!
Goiano no geral adora comer, como aliás qualquer brasileiro. Amam doces mais que do que formigas. E aqui é um paraíso, diga-se de passagem. Da pamonha da feira às maravilhas da Della Panificadora, das bebidas cremosas de café do Café Poema à pipoca vendida no parque, tudo é bom e gostoso.
Tenho meus lugares favoritos, claro, mas a verdade é que Goiânia, para quem aprecia comer, e comer bem, é um delírio.
As opções de doces (em cubos, em barra, cremosos, em potes) são muitas, cada uma melhor do que a outra. Pra quem ama queijos, é a festa, tem muitos, inclusive um requeijão queimadinho de corte que é sensacional.
As feiras dos fins de semana são um território inexplorado de guloseimas, e nelas se encontra de tudo um pouco: hamburguer (ops, x-salada), tortas, bolo de pote, docinhos mil, empadôes, espetinhos, jantinhas, e até yakissoba, feito na hora.
O empadão goiano merece destaque. A massa é totalmente diferente da massa de empada de qualquer outro lugar, e o recheio mistura frango, queijo, linguiça e guariroba, o palmito meio amarguinho querido de Goiás. No quesito empadas, seguem dentro da mesma massa alguns recheios incríveis, como frango com pequi e frango com guariroba.
Os pastéis também são para aplaudir de pé, e pasmem, essa pessoa tão chata e pentelha que morria de nojo de comer carne moída na rua, tornou-se super fã do pastel de carne com queijo. E comido com salada!
Aliás, de carne e queijo também é a esfiha mais gostosa que eu já provei na vida. Esfiha alta, gordinha e muito bem recheada.
Aqui não se tem miséria com recheio, nem com comida nenhuma. Os x-saladas (o nome abarca qualquer sanduíche, praticamente) são enormes e muito bem servidos. Os restaurantes também não tem essa economia porca que tantas vezes vivi no Rio. É tudo de qualidade, e o milho (pasmem!) não é de lata, e sim natural.
Falando de coisas naturais, de cara a gente logo se espanta com o tamanho dos legumes, verduras e frutas daqui. Além do tamanho família, duram muito mais! E têm um sabor bem melhor. Afinal, Goiás é agro! (nesse caso em particular, é até bom - pra quem mora aqui, claro).
Outro patrimônio é a jantinha. Composta de um espetinho, arroz, feijão tropeiro, mandioca e vinagrete, ela está por toda parte. E em alguns lugares, é servida também durante o dia, apesar do nome.
Os pit dogs são outra particularidade daqui. Em outros lugares do país talvez existam e recebam outro nome. No Rio equivaleriam aos famosos "podrões". Basicamente, são o lar dos x-saladas. E vale muito a pena experimentar! De preferência com o molho de ervas, do qual sou fã de carteirinha.
Seu lance é restaurante chique? Tem aos montes. Churrascaria de verdade. Bufês pra lá de fartos. Fast food também, como em qualquer lugar do mundo. O preço quase nunca é abusivo (a não ser, claro, nas grandes redes).
Nas panificadoras, empórios e supermercados, um festival de gordices de encher os olhos e a pança de qualquer guloso. Roscas de todo tipo (todo pão doce aqui é rosca), pães maravilhosos, como o pão mandí, salgados e muito mais.
E que ninguém queira comer aipim frito, porque aqui é mandioca. E cozida. Tangerina é mexerica, sanduíche é hamburguer, biscoito é bolacha e sequilho tem formato de rosquinha. Pão de queijo comprido é biscoito de queijo, biscoito de polvilho é quentinho e frito na hora. Tem na feira de domingo.
O feijão é carioca (aquele mesmo que carioca nunca usa). À noite, quem sabe um caldo? Sendo denominado caldo tudo o que no Rio chamamos de sopa. Ou creme. Aliás, aqui se escolhe entre suco e creme de fruta. O suco leva água, o creme é mais grossinho. Açaí é abundante, só na minha rua tem uns três ou quatro.
O milho aparece em todos os lugares, e em diversos formatos: assado, natural debulhado e cozido, pamonha, curau, sopa, e um trem chamado chica doida que eu não vejo a hora de provar.
Um trem, dois trens, três trens... Goiano é quase que nem mineiro. Adoro!
Goiano no geral adora comer, como aliás qualquer brasileiro. Amam doces mais que do que formigas. E aqui é um paraíso, diga-se de passagem. Da pamonha da feira às maravilhas da Della Panificadora, das bebidas cremosas de café do Café Poema à pipoca vendida no parque, tudo é bom e gostoso.
Tenho meus lugares favoritos, claro, mas a verdade é que Goiânia, para quem aprecia comer, e comer bem, é um delírio.
As opções de doces (em cubos, em barra, cremosos, em potes) são muitas, cada uma melhor do que a outra. Pra quem ama queijos, é a festa, tem muitos, inclusive um requeijão queimadinho de corte que é sensacional.
As feiras dos fins de semana são um território inexplorado de guloseimas, e nelas se encontra de tudo um pouco: hamburguer (ops, x-salada), tortas, bolo de pote, docinhos mil, empadôes, espetinhos, jantinhas, e até yakissoba, feito na hora.
O empadão goiano merece destaque. A massa é totalmente diferente da massa de empada de qualquer outro lugar, e o recheio mistura frango, queijo, linguiça e guariroba, o palmito meio amarguinho querido de Goiás. No quesito empadas, seguem dentro da mesma massa alguns recheios incríveis, como frango com pequi e frango com guariroba.
Os pastéis também são para aplaudir de pé, e pasmem, essa pessoa tão chata e pentelha que morria de nojo de comer carne moída na rua, tornou-se super fã do pastel de carne com queijo. E comido com salada!
Aliás, de carne e queijo também é a esfiha mais gostosa que eu já provei na vida. Esfiha alta, gordinha e muito bem recheada.
Aqui não se tem miséria com recheio, nem com comida nenhuma. Os x-saladas (o nome abarca qualquer sanduíche, praticamente) são enormes e muito bem servidos. Os restaurantes também não tem essa economia porca que tantas vezes vivi no Rio. É tudo de qualidade, e o milho (pasmem!) não é de lata, e sim natural.
Falando de coisas naturais, de cara a gente logo se espanta com o tamanho dos legumes, verduras e frutas daqui. Além do tamanho família, duram muito mais! E têm um sabor bem melhor. Afinal, Goiás é agro! (nesse caso em particular, é até bom - pra quem mora aqui, claro).
Outro patrimônio é a jantinha. Composta de um espetinho, arroz, feijão tropeiro, mandioca e vinagrete, ela está por toda parte. E em alguns lugares, é servida também durante o dia, apesar do nome.
Os pit dogs são outra particularidade daqui. Em outros lugares do país talvez existam e recebam outro nome. No Rio equivaleriam aos famosos "podrões". Basicamente, são o lar dos x-saladas. E vale muito a pena experimentar! De preferência com o molho de ervas, do qual sou fã de carteirinha.
Seu lance é restaurante chique? Tem aos montes. Churrascaria de verdade. Bufês pra lá de fartos. Fast food também, como em qualquer lugar do mundo. O preço quase nunca é abusivo (a não ser, claro, nas grandes redes).
Nas panificadoras, empórios e supermercados, um festival de gordices de encher os olhos e a pança de qualquer guloso. Roscas de todo tipo (todo pão doce aqui é rosca), pães maravilhosos, como o pão mandí, salgados e muito mais.
E que ninguém queira comer aipim frito, porque aqui é mandioca. E cozida. Tangerina é mexerica, sanduíche é hamburguer, biscoito é bolacha e sequilho tem formato de rosquinha. Pão de queijo comprido é biscoito de queijo, biscoito de polvilho é quentinho e frito na hora. Tem na feira de domingo.
O feijão é carioca (aquele mesmo que carioca nunca usa). À noite, quem sabe um caldo? Sendo denominado caldo tudo o que no Rio chamamos de sopa. Ou creme. Aliás, aqui se escolhe entre suco e creme de fruta. O suco leva água, o creme é mais grossinho. Açaí é abundante, só na minha rua tem uns três ou quatro.
O milho aparece em todos os lugares, e em diversos formatos: assado, natural debulhado e cozido, pamonha, curau, sopa, e um trem chamado chica doida que eu não vejo a hora de provar.
Um trem, dois trens, três trens... Goiano é quase que nem mineiro. Adoro!
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| Empadão goiano, maravilhoso! |
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| Jantinha, patrimônio de Goiânia |
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| Os legendários x-salada |



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